Comentando – Primeiras Impressões: Shin Sekai Yori #01

“Escute, Saki! Nós, humanos, podemos usar a gravidade. Mas isso é algo insignificante.”

Querem dar uma conferida nos posts do Elfen Lied Brasil e do Gyabbo! antes, ou depois? Neste artigo não há muitos spoilers, justamente por o primeiro episódio não ter trazido muita coisa ainda. É apenas para mostrar a face do anime e deixar seu ritmo conotado: subliminaridades. Além de já dar uma melhor noção sobre um mundo aparentemente insano, onde, mesmo passando-se um milênio desde hoje, as pessoas vivem em cenários campestres e têm ritmos de vida tranquilos. E sim, essa será uma postagem semanal.

Shin Sekai Yori #01

Season of Fallen Leaves

Como a maioria deve saber, Shin Sekai Yori teve sua estreia neste último fim de semana e já virou promessa para muitos. Já estava na minha lista, e é interessante que mais pessoas tenham vontade de assisti-lo. Até mesmo por ser da A-1 Pictures desperta o interesse de muitos. Pelo menos eu vejo em Uchuu Kyoudai uma ótima execução do roteiro e criação de climas diversos, ainda que sempre voltem para o lado cômico com o protagonista Mutta. Mas vamos falar de o que importa: Shin Sekai Yori.

Tivemos uma introdução muito interessante no primeiro minuto. Funcionando como um prólogo, as primeiras imagens de Shin Sekai Yori nos ‘dizem’ praticamente o que aconteceu no mundo antes de ele se idealizar como vemos no anime. Junto disso, as historinhas de terror que os protagonistas ficaram contando na segunda metade do episódio também fazem referência aos rumores daquele mundo. É um jeito esperto e não superficial de nos introduzir àquela atmosfera.

Falando em superficialidade, essa atmosfera de Shin Sekai ficou boa ou não, afinal? Confesso que esperava algo mais acometedor e impactante logo no início. O sangue nas primeiras cenas é interessante, mas não o suficiente para eu comparar à minha cara de espanto ao ver o desenvolvimento de Higurashi no Naku Koro ni. Não é um espanto de medo mas, sim, de apreensão e dúvidas que despertam a mente de quem vê aquele andamento quase sem sentido.

Algo assim que eu esperava de Shin Sekai, ainda que a premissa fosse ainda mais “slice of life” que Higurashi. Afinal, estamos lidando com uma Terra de mil anos à frente. Saber de tudo o que passou nesses anos, como chegamos à sobrenaturalidade com poderes gravitacionais e telecinéticos e entender as teorias mundanas não são coisas que podem ser colocadas em um episódio apenas de modo consistente. Pelo menos não com deslumbre. Até porque o anime parece trabalhar com entrelinhas, um ar de suspense. Portanto, provavelmente haverá citações sobre a situação desse mundo mais discretas e algumas explícitas.

Começamos lentamente… Entendendo como os estudantes de telecinética e gravitacionalidade aprendem sobre manipular seus poderes. Até chegar a guerras promovidas pela ganância e pelo medo. Resulta na ausência de metrópoles e uma vida simples, onde monges, eras ‘feudais’ e religiões entram em um culto para explorar esses poderes. Mas toda essa premissa pode ser quebrada com o desenvolvimento de Shin Sekai Yori. Até em razão de nos ser sugerido um flashback que ‘promete’ desenvolver melhor nosso entendimento sobre o passado do mundo.

E, se boa parte das razões de o mundo ter ficado como está e o surgimento de todas essas sobrenaturalidades ficarem nítidas até o terceiro episódio, não vejo nenhum agravamento de enredo.

Contudo… Há de compreender que, quando se tem apenas 12 (?) episódios para desenvolver um conteúdo de mistério provindo de uma light novel, fica difícil dividir um entendimento do mundo para colocar um roteiro consistente. E devo confessar que animes de horror, apesar de eu adorar o gênero, são no geral mal desenvolvidos. Poucos se salvam, e não por passarem um bom ar aterrorizante ou dar medo, mas por terem qualquer elemento que seja satisfatório, como um certo sangue, estética, etc.

Os roteiros e, principalmente, a forma como são aplicados em animes de terror costumam ser escrachados. Não é como se Higurashi fosse referência ao gênero, mas é um dos melhores (ou menos piores). Ainda assim, sempre confiro novos terrores. Até mesmo nossas “surpresas” com Another não foram algo totalmente ruim, visto que, ao menos, há como rir vendo o anime. Se é que não era a proposta de Another…

E quando se fala em proposta vem à mente expressão ‘de propósito’. Será que toda aquela bagunça em relação a mostrar o novo mundo de Shin Sekai realmente é proposital ou má execução da A-1? A A-1 Pictures é um estúdio muito interessante por produzir obras com grande potencial, onde os previews, primeiras impressões e inicializações sempre são instigantes. À medida que progridem em tal série, o apelo comercial, na maioria das vezes, acaba com uma boa condição.

Partindo disso, vale comparar a execução de Shin Sekai com o mais hypado Sward Art Online. Pelo simples fato de ambas serem produções A-1. Se SÃO é um anime que decepciona a muitos por deixar várias coisas interessantes de seu roteiro original para trás, por que Shin Sekai Yori seria diferente? Além do mais, os dois são adaptações de obras no mesmo formato.

Pegamos a primeira cena, por exemplo: uma música intrigante e envolvente ao redor de um cenário onde uma criança começa a usar seus poderes para assassinar pessoas. Parece como uma mensagem se referindo ao início do caos que tornou o mundo como é hoje; o porquê de as pessoas deixarem de lado a tecnologia (?) para usar de recursos “naturais”; mostrar que o mundo que ambienta o anime é o mesmo de antigamente [Que seria hoje. Tanto que nos é mostrada uma metrópole. Possivelmente Tóquio, né?].

E ainda se assemelha a um conteúdo implícito, tentando deixar rastros. Mas esse mesmo conteúdo parece estranho quando entram os protagonistas. Saki, por exemplo. Em sua cama, deitada, está sob o controle de seus poderes até que chegam seus pais bem tranquilos, como se fossem desatordoar ela de um clima com aspecto exorcista.

Além disso, os alunos, incluindo os protagonistas, são ‘alertados’ [Pelo menos na história que Maria conta] de que não podem passar da fronteira da vila. É como se o mundo deles fosse aquele e fora dali fosse perigoso. O que parece mais conspiratório e referente à requisição de poder do que proteção para o povo. O monge, que é referido como padre, diz que as habilidades de Saki são, na verdade, amaldiçoados. Enquanto seus pais adotam como uma bênção. E há essa influência tremenda da Igreja, no caso Budista, mesmo com mais mil anos de evolução humana. Como as pessoas ficaram desesperadas, a frieza da fé em qualquer coisa se torna um artifício para dominação fácil. O principal fato é os religiosos atribuírem o poder de todos como algo que veio dos céus. O que não é absurdo, até então.

Uma grande referência da religião em relação ao roteiro, mesmo  que não seja a principal, é o fato de os protagonistas temerem o mantra. As lágrimas de Saki escorrem na medida em que eram evidenciados para ela os temerosos poderes e que seu ‘ritual’ terminava.

E essas lágrimas e expressões dos personagens não conseguem aproximá-los do público. Até mesmo o diálogo cotidiano no início quanto às aparições na escola e as conversas tenebrosas no final são, novamente, superficiais. Falta um grande carisma nos personagens. Mesmo porque não é um anime noir ou coisa do tipo. É apenas um suspense/terror, não necessita de frieza nos personagens que ambientam esse mundo. Mas a própria estética, tanto musicalmente quanto visualmente, é seca.

E a própria religião Budista aparenta ser como a Cristã. Se compararmos a dominação que o Budismo tem no desenvolvimento da trama com o que a Igreja Católica representava na era Feudal, fica clara essa semelhança. Até mesmo porque o ambiente de Shin Sekai é envolto por vilas, ruralidade, assim como bem antigamente.

O problema de haver um ambiente muito em prol da ficção científica está em conseguir mantê-lo devidamente. Aparecem, normalmente para um anime decente, até animais estranhos e ‘diversos’. Mesmo os protagonistas se espantam ao ver ‘vacas com tetas na barriga’. Esses pequenos detalhes chamam a atenção por tratarem não apenas o fator principal que desencadeou uma mudança mundial, mas, também, as consequências De Um Novo Mundo.

Apesar de o anime se passar, inicialmente, no campo, as salas de aula, por exemplo, são bem modernas.

Além de as historinhas de terror representarem uma introdução, as próprias lendas que eles contaram na sala de aula serviram como uma indicação de o que pode vir a acontecer. Essas partes envolvendo histórias, histórias e histórias vêm sempre com uma trilha mais obscura, evidentemente. E tornam o ambiente mais suspensivo, acabando com uma execução de sons ótima. A música envolve todo o ambiente, não deixando muito espaço para efeitos sonoros e apreendendo-se mais às imagens.

A cena em que ‘descobrimos’ que Saki tinha poderes telecinéticos é muito boa. Por ora não sabemos se ela está falando com seus pais ou se há duas cenas sendo transmitidas simultaneamente. Para alguns é confuso, mas, para mim, é brilhante. Até porque, na verdade, a cena alternativa seria apenas Saki escutando os pensamentos de sua mãe. Além de já ser um ponto muito relevante por mostrar o nervosismo da protagonista ao ouvir aquilo, levando para o lado filosófico de a telecinese fazer as pessoas sentirem o que outras sentem. Algo que só pode acontecer se souber exatamente o que alguém pensa.

Como parte técnica, o anime se sai muito bem. Mesmo que o estilo ‘sem cor’ não agrade a muitos, consegue ser atraente. O character design mesmo é incitante e bonitinho. Esse fato de ser bonitinho é ainda mais chamativo para que venham sangue e mortes envolvendo personagens moe e com olhos cintilantes. Contudo, suas reações às conversas são genéricas, ainda que fisicamente eles pareçam ter uma comunicação mais realista, se assim podemos dizer.

A própria cena em que Maria contou sobre as lendas referentes à vila foi ótima. Aquele jogo de cores também ‘ocultas’ e ao mesmo tempo misteriosas dá um ótimo ar de suspense. Contar uma história, oralmente, não é apenas ler um livro. É transmitir a ideia do cenário que aquele conto quer com sua deixa. E o bom do conteúdo audiovisual [o apenas visual também, um pouco] é poder nos deixar imaginar junto dos personagens como funciona essa idealização. Até porque o rosto, por exemplo, dos personagens que envolvem essas lendas geralmente não são mostrados em pequenas histórias.

O 3D é algo que ainda chama a atenção, por ser algo relativamente novo. E as poucas vezes que me lembro de terem sido aplicadas nesse primeiro episódio foram interessantes. Algo leve, já aproveitando a relação com os poderes gravitacionais e que pode passar despercebido se não houver piores utilizações como em Sword Art Online. Não é algo que incomode, mas, talvez, seja dispensável.

O próprio traço detalhado nos personagens é notável. Quando olhamos de perto, ficam claras as “olheiras” propositais nos personagens para dar um toque de apreensão. O desenho, no geral, é muito bom.

Em meio a essa pré-ambientação e nossos preconceitos perante os personagens, algumas conclusões já podem ser tiradas. Se haverá morte por parte dos protagonistas, fica fácil até de imaginar como aquele chatinho vai deitar, como aquela garota tímida vai ir embora… Por outro lado, não é conciso que, em meio a vilas e pessoas com grandes poderes, cinco crianças irão dominar qualquer coisa. Como Saki mostrou algum poder maior, que é o telepático, pode ser que o dela seja ainda superior ao de pessoas mais influentes no mundo de Shin Sekai Yori. Pode ser que aja maiores profecias, relações à religião, que podem muito bem estar ligados com aquele garotinho matando geral no início do anime. Ou apenas atos conspiratórios de crianças que imaginam poder fazer alguma mudança suprema.

Sendo algo assim ou não, a questão é que Shin Sekai Yori é bem filosófico. Começando apenas por lidar com dominação e com nossos propósitos de evolução, relacionando estes dois fatos. Se evoluímos e temos poderes para influenciar, segundo status de maiores inteligências, o ‘certo’ é agirmos contra nossos instintos e usar tais poderes para o ‘bem’. O que não parece acontecer nesse mundo, principalmente quando se leva em conta que crianças tenham tais poderes [Crianças podem ser relacionadas a adultos mentalmente subdesenvolvidos].

Por fim, a participação de quem vê a obra se torna significativa. Não basta esperar que o anime dê todas as informações necessárias par ao entendimento explicitamente. Porém é algo que, muitas vezes, afasta o público, já que este terá que entrar naquele mundo como um todo, não podendo deixar muitas coisas de lado e tendo que se fascinar com aquela atmosfera.

Além disso, há várias perguntas que ficam em aberto logo de primeira. E talvez essas perguntas já deveriam ter parte de sua resolução compreendida no próximo episódio, visto que será difícil arbitrar um contexto grande de questões a longo prazo. São ‘perguntas’ referentes aos males da telecinese, os maus pretextos de “falhar” em relação às bênçãos… Sim, afinal, o fato de demorar para passar na Wakien é algo que promove medo aos estudantes. A parte em que é relacionado um demônio gato ir atrás de alguém caso essa pessoa falhe, mostra o poder que o colégio tem sobre as pessoas. Bem como os pais de Saki, que também demoraram para serem admitidos, têm seus rostos vagamente mostrados e, no caso da mãe dela, geralmente de lado, com o cabelo cobrindo a face.

Se parece que essa estreia não disse muito e ficou confusa, vamos pensar como se não tivéssemos nenhuma sinopse. Foi introduzido o mundo de Shin Sekai e como ele pretende tratar do cotidiano desses ‘novos’ seres humanos. Houve um prólogo sobre o que aconteceu antes, querendo insinuar que haverá algo a mais sobre o passado. Fomos apresentados aos protagonistas e alguns anseios que rodeiam as negatividades do novo mundo. E já houve a introdução do medo e de poderes diversificados da protagonista, causando o conflito que tira os personagens da zona de conforto que é o mundo que nos foi apresentado.

A única coisa que realmente pareceu mal feita foi: “Alguns dias depois, Amano Reiko desapareceu da escola”. Pode ser que alguns nem lembrem primeiramente quem é Reiko, já que seu nome aparece cerca de três vezes apenas. E foi algo que simplesmente deve ser resolvido no próximo, até porque foi dito apenas como outro elemento para chamar o espectador a continuar assistindo. Bem, logo depois veio a música de abertura, muito interessante, por sinal.

Não é como se pudéssemos dizer nada com convicção, mas deve ser um anime interessante de acompanhar. Há o momento em que o garoto chato que fica se achando conta as histórias de terror e fala sobre túmulos, cemitérios… E Saki diz que não faz sentido haver algo assim no pátio da escola. Além de trabalhar como inserção, já aproxima os personagens de nós, os fazendo discutir e até levantar o tom de voz. Sem contar que é algo insano haver um rumor desses. Só mostra que Wakien é um lugar estranho.

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24 Comentários

Arquivado em Animes, Comentando

24 respostas para Comentando – Primeiras Impressões: Shin Sekai Yori #01

  1. Vinicius

    Este anime promete muito. Me interessei bastante pelo tema, tem um visual cult e personagens a serem bem trabalhados. Promete ser uma grata surpresa para a temporada. Meus parabéns pelo post.

  2. Jessie

    Parabéns pelo post, muito bem feito. ^^
    Eu gostei de Shin Sekai Yori. Gostei do ar de mistério, coisas sobrenaturais, poderes e tals. Mas eu só achava que os cenários seriam outros e não um campo. O.o Mas isso não impediu que eu gostasse de toda a trama do anime. Que venham os próximos episódios. o/

  3. Obrigado, Vinicius e Jessie! =)

    Visual e atmosfera, ambos atraentes. Roteiro e introdução é difícil dizer, vamos ver no que vai dar e se esses posts vão valer a pena.

  4. hajimee

    Acho que tem uma grande diferença entre SAO( eu gosto da LN) e Shinsekai: Shinsekai é uma sci-fi premiada, enquanto SAO é daqueles feitos pra vender bem, com uma premissa bem popular, não necessariamente complexa. Não acho que Shinsekai ganharia um prêmio tão valorizado no Japão se tivesse plots e desenvolvimentos do nível de SAO. E Shinsekai deve ter 25 episódios, não 12.

    • Claro, mas, em questões de adaptação, fazer sobre light novel tem uma diferença para outros tipos de mídia. E sobre ter 12 episódio, também imaginei que fosse ter mais, só que o AnimeNetwork disse que esse é o número, então, por ora, ficarei com esse número.

    • Jessi

      SAO foi premiado tambem quando tinha so um volume. Por isso foi, digamos, serializado.

  5. Ton

    Acredito que esse anime seja 2 cour, pq parece que vai ter mais de volumes de BD.Sobre o post acho que é um pouco prematuro comparar com outras obras, o anime mal mostrou sua cara.

  6. Amei o visual do anime e os efeitos sonoros, quando foram divulgadas as imagens dos novos animes da temporada de outubro eu ja marquei Shin Sekai para assistir só de ver aquela paisagem num campo verde com aquela “doende” no canto esquerdo do lado da garotinha.

  7. Pedro

    Sei que não é lugar pra isso mas quando vamos ter um novo Budokai Tenkaichi!?

    Vou acompanhar o anime pra ver se ele mantém esse ar de suspense bem…ou se desanda de vez!

  8. Jessi

    Shinsekai vai ter 25 episodios, nao 12.

  9. Se forem realmente 12 episódios esse anime vai sofrer bastante se continuar nesse ritmo. Com 12 episódios tem que se correr com a história e desenvolvimento de personagens – não se pode se dar ao luxo de ter um primeiro episódio que só cria muito suspense, sem falar muito do mundo. Agora, para uma serie de 2 temporadas esse epi. foi muito bacana. O que você notou aí em cima, de que os personagens não são apegáveis, não deixa de ser verdade, e o anime vai ter que cuidar disso mais cedo ou mais tarde. Mas mesmo assim gostei bastante do visual Do Novo Mundo.

    • Acho que vão dar conta de tudo, até mesmo da aproximação com os personagens. Até porque, como disse e mostrou o amigo Ernany abaixo, terá 25 episódios mesmo. Era para ser confuso, o que for consertável será arrumado e esclarecido.

  10. Esse primeiro episódio foi confuso demais! Além de ter deixado muitas dúvidas;

    Mas apesar de algumas cenas sem explicação, deu pra entender, mesmo que eu tenha que voltar uma ou duas vezes em alguma parte do episódio.

    Eu gosto de suspense e mistério, mas não curto essa parada de terror em anime, talvez eu espere o anime acabar para ver tudo de uma vez.

  11. Tatsuya

    Eu particularmente assisti esse episódio sem ler a sinopse antes,e minha reação foi:”O que esse animê é sobre?”

    SekaiYori parece se dividir entre um Slice of Life bonitinho,um pouco de terror,mas pelo menos nesse primeiro episódio tudo pareceu meio desconexo.

    Pretendo assistir pelo menos até o 3 though,pra ver se engrena ^^

  12. Análise bem detalhada, me motivou a assistir.

    [chato mode on]
    aquela garota tímida vai ir (my eyes!!) embora…

  13. Rayovac

    Caramba que anime complexo e meio filosófico com ar de suspense hsausahusa tá a definição é longa mas da pra entender…

    Bem, o anime é interessante, claro o que me motivou a assisti-lo foi a A1 Pictures, eu gosto bastante desse tipo de anime, esse clima esquisito sem muitas explicações acho muito legal, mas não pensava em ver nada assim nessa temporada, até porque os mais badalados nessa temporada não passam nem perto desse genero, mas fazer o que surgiu a oportunidade, assisti e sabe que eu gostei… é claro esperava algo que prendesse do começo ao fim como SAO, mas não foi o caso, mas mesmo assim achei um anime interessante, com varias falhas e coisinhas enjoativas que já vimos muito nesse tipo de anime, mas enfim, acho que vale a pena acompanhar, se realmente for 12 episódios acho que não custa nada, e quem sabe ele da um gás na metade em diante… ou não…

    Bom vamos aguardar e conferir.

    Rayovac!

  14. Eduardo.W

    Post muito bem escrito.
    Vou procurar a Light novel, se tiver alguma tradução.

  15. Pingback: Biblioteca do Kako: Google Doodle Japonês | dollarspodcast

  16. @Açougueiro@

    Achei muito bom o primeiro episódio, e com varias opções em aberto para o um desenvolvimento interessante da história. Só espero que não faça como Guilty Crown que teve um primeiro episódio empolgante e depois deu no que deu…

  17. victor

    sei la eu não consegui já tirar uma conclusão de inicio sobre este anime pensei que deixou muito a desejar ou simplesmente por não achar o tema empolgante ou normal demais mais ainda pensarei se assistirei ou não
    um bom mesmo que lançou foi o Tonari no Kaibutsu-kun

  18. Nossa, estou impressionada com esse primeiro episódio. Não por ele ter sido perfeito, mas achei a atmosfera obscura do anime tão atípica da A-1 Pictures que o estúdio merece elogios para essa boa construção. Não erraram a mão. Quando você se acostuma a assistir obrar como SAO, Tsuritama, Space Bros etc, um anime que destoa assim impressiona com a naturalidade que foi desenvolvido. Um trabalho bem cuidadoso, fatão. Acho que o “comum” do A-1 vem em Magi..
    Bem, o episódio veio com muita informação do universo e eu adorei. Já dá até para criar teorias imaginativas juntando algumas peças e eu já estou com uma aqui, hahaha. Acho interessante como eles jogaram tanto a construção como uma leve desconstrução do universo do anime no mesmo episódio, através de mitos que passam uma sensação de conto verídico. Será que é mesmo? Eu aposto que aqueles que são “normais” são expulsos da “aldeia” pelo próprio sistema, que preserva aquela sociedade antiga.

    O clima foi de caos e suspense ao mesmo tempo, não dando (como vc disse) espaço para uma apresentação mais decente dos personagens através de uma abordagem mais próxima do slice of life. Se a pretensão são 12 episódios, acho digno. ;DD

    • O desenvolvimento dos personagens vem com a aproximação deles da ‘trama’. O clima é bom, a A-1 tá acertando em quase tudo… Mesmo gostando do gênero, fico sempre com um pé atrás em horrores japoneses animados.

      Mas serão 25 episódios, na verdade, provavelmente. Acho que, assim, vai ficar melhor!

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